quinta-feira, 14 de abril de 2011

Projeto Diana Tatit

Projeto de Mestrado – Diana Ribeiro Tatit

COMO A RELAÇÃO ENTRE PROFESSOR E ALUNO, NO ENSINO FUNDAMENTAL 1, INFLUENCIA NO SUCESSO OU FRACASSO ESCOLAR

RESUMO

Este projeto de pesquisa busca expor e colocar em discussão questões relacionadas à relação entre professor e aluno, baseando-se na perspectiva histórico-cultural apresentada por Vygotsky, em relação com outros autores que abordam o tema da afetividade e defendem a importância da interação social na formação do sujeito e na aquisição de conhecimento.

Apesar do tema da afetividade ter aparecido em diversas pesquisas nos últimos anos e de se atentar para sua importância, inclusive, nos referenciais curriculares nacionais, muitas vezes, na prática, professores ainda têm dificuldade em pautar sua relação com os alunos de forma afetiva, entravando frequentemente um embate, do qual saem na maioria das vezes extremamente desgastados.

Esse estudo procurará valer-se do referencial teórico referente ao tema para analisar situações reais vivenciadas em sala de aula, observando como se deu a questão da afetividade e do vínculo entre professor e aluno em cada uma delas e que consequências acarretaram.

JUSTIFICATIVA

A situação precária da educação brasileira já faz parte do discurso do senso comum. Diariamente, chegam notícias do descaso e do abandono de muitas escolas, do quão deficiente é a formação dos estudantes e, por outro lado, de escolas que destoam deste quadro, por apresentar resultados muito diferentes da média.

Numa tentativa de se buscar reverter esta situação, pesquisadores e estudiosos vão em busca de novos métodos de ensino, reformas curriculares, cursos de formação para professores, maior infra-estrutura, maiores recursos e remunerações. Todos estes aspectos fazem parte do processo educativo. Mas um, em especial, parece ocupar um espaço menor nas discussões: o micro-universo da sala de aula, principalmente no que se refere aos dois personagens deste cenário: o professor e o aluno. Os pontos de vista de um e de outro ainda são temáticas que aparecem em pesquisas, mas e a relação entre ambos? Parece ficar mais no âmbito da psicologia do que da educação...

No que se refere aos alunos, a indisciplina, o desrespeito à autoridade do professor e a falta de interesse têm sido aspectos centrais das discussões sobre educação atualmente. “Os relatos dos professores testemunham que a questão disciplinar é, atualmente, uma das dificuldades fundamentais quanto ao trabalho escolar” (AQUINO, 1996). É um problema complexo, que denuncia um descompasso entre o que a escola, representada pela figura do professor, pretende e o que o aluno espera.

Ao mesmo tempo, proliferam manuais com métodos ou técnicas para cativar os alunos e manter a atenção da classe. Porém, todas elas pressupõem que os alunos são iguais em suas demandas, características e potencialidades, como se fosse possível determinar formas eficazes a priori, independentemente do grupo-classe com que o professor se defronta.

Nos últimos anos, são diversas as teses e pesquisas que demonstram a necessidade de se considerar a questão da relação entre professor e aluno nas análises do processo de construção de conhecimento, pautadas, sobretudo, nas perspectivas vygotskianas de que o “desenvolvimento individual é sempre mediado pelo outro” (REGO, 1996), passando primeiro por um processo interpsicológico, e, depois, intrapsicológico. Vygotsky

ao destacar a importância das interações sociais, traz a idéia da mediação e da internalização como aspectos fundamentais para a aprendizagem, defendendo que a construção do conhecimento ocorre a partir de um intenso processo de interação entre as pessoas. Portanto, é a partir de sua inserção na cultura que a criança, através da interação social com as pessoas que a rodeiam, vai se desenvolvendo. Apropriando-se das práticas culturalmente estabelecidas, ela vai evoluindo das formas elementares de pensamento para formas mais abstratas, que a ajudarão a conhecer e controlar a realidade. Nesse sentido, Vygotsky destaca a importância do outro não só no processo de construção do conhecimento, mas também de constituição do próprio sujeito e de suas formas de agir. (TASSONI, 2000)

Diante deste cenário de discordância de expectativas de professores e alunos, da constatação da peculiaridade de cada indivíduo, com seus condicionantes sócio-históricos, e da importância da mediação no processo de aprendizagem, se faz necessária uma atenção especial à questão do vínculo entre professor e aluno.

Através da perspectiva histórico-cultural, o desenvolvimento humano leva a um amadurecimento e refinamento dos sentimentos, e a trajetória de cada indivíduo é singular, definida pela filogênese – características da própria espécie humana –, pela ontogênese – história pessoal do sujeito –, pela sociogênese – seu meio social e cultural – e pela microgênese – “referente à configuração única das experiências vividas por cada indivíduo em sua própria história singular” (REGO; OLIVEIRA, 2003, pag.24). Nesse sentido, as vivências escolares têm papel fundamental no desenvolvimento do indivíduo e o professor desempenha uma contribuição central nessas vivências, pois é a referência do adulto, já amadurecido, dominador das emoções superiores e desenvolvido na auto-regulação do comportamento. Se a “afetividade humana é construída culturalmente” (Idem, pag.28), a escola, primeira experiência social da criança, fora do círculo familiar, passa ser um grande referencial neste sentido. Além disso, “as dimensões do afeto e da cognição estariam, desde cedo, íntima e dialeticamente relacionadas” (Idem, pag.19).

A questão da afetividade tem sido há tempos valorizada; é abordada, inclusive, pelos Parâmetros Curriculares Nacionais:

O estabelecimento de condições adequadas para a interação não pode estar pautado somente em questões cognitivas. Os aspectos emocionais e afetivos são tão relevantes quanto os cognitivos, principalmente para os alunos prejudicados por fracassos escolares ou que não estejam interessados no que a escola pode oferecer. A afetividade, o grau de aceitação ou rejeição, a competitividade e o ritmo de produção estabelecidos em um grupo interferem diretamente na produção do trabalho. A participação de um aluno muitas vezes varia em função do grupo em que está inserido.

Em síntese, a disponibilidade cognitiva e emocional dos alunos para a aprendizagem é fator essencial para que haja uma interação cooperativa, sem depreciação do colega por sua eventual falta de informação ou incompreensão. (BRASIL, 1997, pag. 64)

No entanto, entre a teoria e a prática, há uma considerável defasagem, resultado de concepções de escola e educação que ainda estão fortemente ligadas a uma cultura escolar tradicional; que “é ainda para muitos, o modelo almejado” (AQUINO, 1996). Professores ainda nutrem a expectativa de uma classe silenciosa, com alunos bem alinhados, prontos para apreender os conteúdos programáticos de cada disciplina. Enquanto essa lógica estiver impregnada no ambiente escolar, os professores continuarão a se sentir frustrados com a desatenção de seus alunos, culpando a “sociedade moderna”, os pais que não põem limites, a programação televisiva etc.

Esse movimento de reflexão da atuação docente e, sobretudo, a necessidade de se estabelecer um vínculo afetivo são tarefas difíceis, se considerarmos a formação de professor. Talvez, por esse motivo, apesar de serem consideradas importantes pelos PCN, como se viu anteriormente, a questão da afetividade inexistem no que se refere à atuação do professor:

Além de uma formação inicial consistente, é preciso considerar um investimento educativo contínuo e sistemático para que o professor se desenvolva como profissional de educação. O conteúdo e a metodologia para essa formação precisam ser revistos para que haja possibilidade de melhoria do ensino. A formação não pode ser tratada como um acúmulo de cursos e técnicas, mas sim como um processo reflexivo e crítico sobre

a prática educativa. Investir no desenvolvimento profissional dos professores é também intervir em suas reais condições de trabalho. (BRASIL, 1997, pag. 25, grifos nossos)

A inquietação com este tema nasceu, justamente, da minha própria prática como professora: diversas vezes me vi e me vejo neste embate com os alunos, exigindo atenção e vedando suas manifestações espontâneas, com justificativas como “agora não é hora!”, que mascara os motivos reais do veto: o fato de determinada manifestação me incomodar ou sair fora do meu planejamento. Duas situações que vivenciei em sala de aula, ilustram este paradigma:

I. Em uma escola bilíngüe, onde havia crianças fluentes nos dois idiomas e crianças que falavam somente um dos dois, durante uma leitura de uma história, uma aluna permanece cochichando sistematicamente com a colega que estava sentada ao seu lado. Interrompo a leitura, disposta a chamar sua atenção. Mas, antes de fazê-lo, percebo que ela está traduzindo simultaneamente para a amiga, falante do outro idioma!

II. Durante uma situação de aula em que os alunos deviam copiar um enunciado da lousa, um ruído e um movimento começam a me incomodar: em meio a outros rumores da classe, localizo um aluno que não pára de falar e andar pela sala. Preparo-me para lhe repreender, quando percebo, observando melhor, que ele se levanta de seu lugar, se aproxima da lousa, lê uma palavra e volta, repetindo a si mesmo a sequência de letras, para não esquecer. Tudo por causa de um problema de visão!

Em ambas as situações, o fato de eu ter observado melhor o aluno, querendo compreender sua manifestação ao invés de censurá-lo imediatamente, evitou uma bronca injusta e gratuita. A motivação da repreensão seria o barulho que estavam produzindo e que me incomodava por estar enraizado em mim o ideal do ambiente escolar silencioso – um dos preceitos, aliás, da escola tradicional do começo do século:

em classe a disciplina deverá ser severa:

– os alumnos manterão entre si silencio absoluto (...)

No recreio a disciplina é ainda necessaria para que elle se torne agradável aos alumnos bem comportados:

– deverão os alumnos se entregar a palestras ou a diversões que não produzem grande alarido (BRAUNE apud MOARES[1])

“Temos diante de nós um aluno novo, um novo sujeito histórico, mas, em certa medida, guardamos como padrão pedagógico a imagem daquele aluno submisso e temeroso” (AQUINO, 1996) de outrora.

Nas cenas descritas, pude interromper o impulso de censura aos alunos. Mas são frequentes as situações em que acabo optando, de forma irrefletida, pela imposição da ordem, em detrimento ao que a criança está me apresentando naquele momento. Observando colegas de profissão, percebo que essa dificuldade, identificada nas minhas experiências, é comum a muitos deles em diversos momentos, seja por uma tentativa de imposição dos próprios valores, seja por privilegiar o conteúdo programático pré-estabelecido, seja pela crença de que certas questões não são de sua alçada e portanto não lhes interessam – como se fosse possível cindir os aspectos afetivos e cognitivos de um ser humano. Localizar, analisar e buscar compreender a raiz desta indisponibilidade para o que o aluno solicita, através de suas falas e ações, traria uma enorme contribuição para uma prática docente mais efetiva e bem sucedida, já que, diminuindo a distância entre o professor e o aluno, se possibilita o acesso às questões impeditivas da aprendizagem, sobretudo nos alunos com maior dificuldade.

Atentar para essa problemática é desviar o foco de soluções metódicas generalizantes, que algumas teorias pedagógicas buscam apresentar. É propor um mergulho à própria atuação como educador, refletindo constantemente sobre a própria prática. Esse movimento de auto-questionamento, em busca de um constante aprimoramento da atividade docente, acaba dependendo do estímulo e do espaço dado à reflexão dentro da escola, em geral pela equipe de coordenação e direção. Esse espaço parece ser “opcional”, variando em tamanho de escola para escola, conforme os objetivos propostos pelo Projeto Político Pedagógico de cada uma delas. Diferentemente dos professores do ensino superior, que devem se dedicar tanto ao ensino, quanto à pesquisa, dos educadores da escola básica parece que se exige apenas a prática do ensino ­– mesmo os instrumentos mais reflexivos, como planejamentos, relatórios e avaliações, por exemplo, parecem estar a serviço da prática propriamente dita (TARDIF, ZOURHLAL, 2005).

OBJETIVOS

O objetivo desta pesquisa é identificar e analisar como a relação entre professor e aluno influencia no sucesso escolar. Para tanto, o trabalho se centrará, primeiramente, no levantamento da literatura sobre o tema do vínculo entre professor e aluno, para, em seguida, analisar situações que possam ilustrar ou pôr em cheque a reflexão teórica e as hipóteses levantadas a partir dela. Tais situações serão colhidas a partir da observação de salas de aula que tenham os chamados “alunos difíceis”, isto é, crianças com grandes dificuldades cognitivas e/ou comportamentais.

Pretendemos, também, identificar, a partir desta análise, caminhos e estratégias mais ou menos bem sucedidas, para que sirvam de referência para ações futuras. Nesse sentido, esse estudo também procura diminuir o distanciamento entre a pesquisa acadêmica e a prática do professor da escola básica.

PLANO DE TRABALHO

Em um primeiro momento, buscaremos pesquisar as correntes teóricas que fundamentarão o tema do projeto. A partir de então, pretendemos conhecer as abordagens mais recentes que discutem a questão da afetividade e da importância do vínculo entre professor e aluno no processo de ensino e aprendizagem, em artigos, publicações, palestras e entrevistas sobre o tema com educadores de grande reconhecimento.

Contemporaneamente a esta etapa de revisão bibliográfica, observaremos salas de aulas de diferentes contextos escolares, que serão, posteriormente, submetidas à análise, embasada no material teórico.

CRONOGRAMA

Matrícula: 10/08/2010

Etapas

2ºsem/10

1ºsem/11

2ºsem/11

1ºsem/12

2ºsem/12

Cumprimento créditos/disciplinas

X

X

X



Revisão bibliográfica / aprofundamento teórico

X

X

X

X


Observação e seleção das situações-objeto de análise



X

X


Redação da dissertação



X

X

X

Revisão da dissertação/Argüição





X

MATERIAL E MÉTODOS

As linhas teóricas que embasarão esta pesquisa são as perspectivas apresentadas por Vygotsky, Piaget e Wallon, juntamente aos desdobramentos de tais abordagens apresentados por pesquisadores destes teóricos. Para além das pesquisas já publicadas e consagradas, pretendemos buscar, também, discussões recentes sobre o tema em questão, para complementar e enriquecer as reflexões, conforme a necessidade das perguntas levantadas ao longo do projeto. Nesse sentido, procuraremos nos valer de argumentos e opiniões de autoridade para analisar as situações observadas.

Sendo a pesquisadora também uma educadora, em exercício, deveremos levar em consideração também a subjetividade da observação e seleção de cenas colhidas em campo; o que poderá transformar-se em mais um aspecto da análise. Em outras palavras, o próprio recorte e seleção das situações apresentadas podem ser questionados e gerar novas reflexões.

As situações reais que serão submetidas à análise serão colhidas a partir de observação sistemática de 4 turmas de Ensino Fundamental, em que haja “alunos difíceis”, segundo a avaliação da equipe pedagógica. Serão observadas duas classes de escolas particulares, sendo uma de abordagem mais tradicional e outra construtivista, e duas classes de escolas públicas, preferencialmente, uma que seja bem avaliada e outra que enfrente dificuldades estruturais. Essa escolha, também, dependerá da viabilidade e adequação ao tempo disponível para a realização da pesquisa. Também farão parte do corpus pesquisado depoimentos de professores e alunos das turmas acompanhadas.

Levando em consideração que o tema da pesquisa envolve a subjetividade do aluno – e como o professor se relaciona com ela – e a importância de se aproximar de seu universo particular e único, é bastante previsível que se queira colher informações com outros agentes da vida escolar dos alunos observados. Nesse sentido, poderemos nos valer de entrevistas com outros educadores, depoimentos de coordenadores, pais, observação de outros contextos escolares ou extra-escolares, históricos e outros documentos, dentre outras investigações de campo que se fizerem necessárias.

FORMA DE ANÁLISE DOS RESULTADOS

A intenção desta pesquisa é fazer uma revisão da produção bibliográfica que aborda o tema da afetividade e da relação entre professor e aluno, no contexto da escola básica, mais especificamente no Ensino Fundamental 1. A partir deste levantamento, serão analisadas situações observadas no contexto escolar, buscando confirmar/ilustrar criticamente a literatura teórica, possivelmente questionando os pontos em que ela não for suficiente para explicar os problemas levantados pela prática.

Buscaremos, ainda, dialogar com educadores de grande reconhecimento na atualidade, para colher opiniões e reflexões que, por ventura, ainda não tenham sido sistematizadas em publicações, e que possam auxiliar na análise do corpus levantado em campo.

“A possível articulação entre ensino e pesquisa no trabalho do professor da educação básica é algo que há algum tempo tem merecido atenção” e “o tema “professor pesquisador” tem ganhado espaço no cenário de discussão acadêmica” (LÜDKE; CRUZ, 2005). A partir dos resultados desta pesquisa, pretendemos encontrar, portanto, respostas às questões levantadas e, através delas, buscar um aperfeiçoamento da prática pedagógica.

PRINCÍPIOS ÉTICOS

Esta pesquisa respeitará os princípios éticos estabelecidos pelo Comitê de Ética na Pesquisa da FEUSP, cumprindo as exigências estabelecidas no que se refere à pesquisa envolvendo seres humanos. A pesquisa se processará, apenas, “após consentimento livre e esclarecido dos sujeitos ou grupos de pesquisados e/ou de seus representantes legais”[2].

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AQUINO, J. G. A desordem na relação professor-aluno: indisciplina, moralidade e conhecimento. In: AQUINO, J. G. (org.) Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1996. p. 39-55.

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.

LÜDKE, M.; CRUZ, G. B. Aproximando universidade e escola de educação básica pela pesquisa. Cadernos de Pesquisa, v. 35, n. 125, maio/ago. 2005

REGO, T. C. A indisciplina e o processo educativo: uma análise na perspectiva vygotskiana. In: AQUINO, J. G. (org.) Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1996. p. 83-101.

______; OLIVEIRA, M. K. Vygotsky e as complexas relações entre cognição e afeto. In: ARANTES, V. A. (org.) Afetividade na escola: alternativas teóricas e práticas. 2ª Ed. São Paulo: Summus, 2003. p. 49-71.

TARDIF, M.; ZOURHAL, A. Difusão da pesquisa educacional entre profissionais do ensino e círculos acadêmicos. Cadernos de pesquisa, v. 35, n. 125, maio/ago. 2005.

TASSONI, E. C. M. Afetividade e aprendizagem: a relação professor-aluno. Anais da 23ª reunião anual da ANPED. Caxambu, 2000. Disponível em: http://www.anped.org.br/reunioes/23/textos/2019t.PDF (acessado em 01/04/2010).

LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO

ALMEIDA, A. R. S. A emoção na sala de aula. Campinas: Papirus, 1999.

ALMEIDA, R. A.; MAHONEY, A. A. (org.) Afetividade e aprendizagem: contribuições de Henri Wallon. São Paulo: Edições Loyola, 2009.

AQUINO, J. G. Relação professor-aluno: uma leitura institucional. São Paulo: Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo (Tese de Doutorado), 1995.

_____. “Alunos-problema” versus alunos diferentes: avesso e direito da escola democrática. Pro-posições, v. 12, n. 2-3 (35-36), jul-nov. 2001

ARANTES, V. A. (Org.). Afetividade na escola: alternativas e práticas. 2ª Ed. São Paulo: Summus, 2003.

DANTAS, H. Afetividade e a construção do sujeito na psicogenética de Wallon.

In: La Taille, Y.; Dantas, H.; Oliveira, M. K. Piaget, Vygotsky e Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.

GALVÃO, M. I. O espaço do movimento: investigação no cotidiano de uma pré-escola à luz da teoria de Henri Wallon. São Paulo: Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo (Dissertação de Mestrado), 1992.

______. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Petrópolis: Vozes, 1995.

KULLOK, M. G. B. (Org.). Relação professor-aluno: Contribuição à prática pedagógica. Maceió: EDUFAL, 2002.

LA TAILLE, Y. de . Formação Ética: do tédio ao respeito de si. 1. ed. Porto Alegre: Armed, 2009.

______. Ética em pesquisa com seres humanos: dignidade e liberdade. In: GUERRIERO, I. C.; SCHIMDT, M. L.; ZICKER, F. (Org.). Ética nas pesquisas em ciências humanas e sociais na saúde. São Paulo: Hucitec, 2008.

______.; LATAILLE, E. H. A construção ética e moral de si-mesmo. In: SOUZA, M. T. C. C. (Org.). Os sentidos de construção: o si mesmo e o mundo. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.

______.; SILVA, N. P.; JUSTO, J. S. Indisciplina, ética, moral e ação do professor. 3ª Ed. Porto Alegre: Mediação, 2006.

______.; DANTAS, H.; OLIVEIRA, M. K. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.

MACEDO, L. Ensaios Pedagógicos: como construir uma escola para todos?. Porto Alegre: Artmed, 2004.

______. Levantamento bibliográfico das publicações relacionadas às idéias de Piaget. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1996.

______. Estratégias e procedimentos para aprender ou ensinar. Pátio. Revista Pedagógica (Porto Alegre), v. 47, p. 40-43, 2008.

______. Psicologia do desenvolvimento e educação infantil. Ciências e Letras (Porto Alegre), v. 43, p. 41-56, 2008.

______. Mais espaço para jogo na escola. Direcional Educador, v. 4, p. 6-7, 2008.

______. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Pátio, Porto Alegre, v. 18, p. 63-63, 2001.

______. O fracasso escolar hoje. Pátio - Revista Pedagógica, Porto Alegre, v. 11, p. 3-20, 1999.

______. Períodos de desenvolvimento da criança segundo Piaget e métodos de pesquisa em psicologia são comparáveis?. Psicologia: teoria e pesquisa, v. 1, n. 2, p. 134-139, 1985.

______. (Org.); ASSIS, B. A. (Org.). Psicanálise e Pedagogia. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.

______.; PASSOS, N.C. . Os jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2005.

MARCHAND, Max. A afetividade do educador. 3ª Ed. São Paulo: Summus, 1985.

OLIVEIRA, M. K. Vygotsky. Aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 1993.

REGO, T. C. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. Petrópolis: Vozes, 1995.

______. Educação cultura e desenvolvimento: o que pensam os professores sobre as diferenças individuais. In: AQUINO, J. G. (org.) Diferenças e preconceitos na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1998. p. 49-71.

______. Lembranças da Escola: o papel da escolarização na constituição de singularidades. São Paulo: Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo (Tese de Doutorado), 2000.

______. Configurações sociais e singularidades: o impacto da escola na constituição dos sujeitos. In: OLIVEIRA, Marta Kohl; SOUZA, Denise T. R.; REGO, Teresa C., (Orgs.). Psicologia, educação e as temáticas da vida contemporânea. São Paulo: Moderna, 2002.

______. Memórias de escola: cultura escolar e constituição de singularidades. Petrópolis: Vozes, 2003.

ROSSINI, Maria Augusta Sanches. Pedagogia afetiva. 9º edição. Rio de Janeiro: Vozes, 2007.

SMOLKA, A. L. B.; GÓES, M. C. (orgs.) A linguagem e o outro no espaço escolar: Vygotsky e a construção do conhecimento. São Paulo: Editora Papirus, 1995.

TASSONI, E. C. M. Afetividade e produção escrita: a mediação do professor em sala de aula. Campinas: Faculdade de Educação, UNICAMP (Dissertação de Mestrado), 2000.

THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 7ª Ed. São Paulo: Cortez, 1996.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.

_______________Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

WALLON, H. A evolução psicológica da criança. Lisboa: Edições 70, 1968.

__________. As Origens do Caráter na Criança. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1971.

___________. Do acto ao pensamento. Lisboa: Moraes Editores, 1978.



[1] MORAES, A. L. Reforma da disciplina escolar: quaes os methodos por excellencia? Rio de Janeiro, A Noite. (Memoria ao terceiro Congresso Americano da Criança) citado por AQUINO (1996).

[2] “Padrões éticos na pesquisa em educação: primeiro documento”, do Comitê de Ética na Pesquisa da FEUSP.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Agenda do Mês de Abril de 2011

Fique ligado no final do prazo de envio de trabalhos para a ANPED – inscrições prorrogadas até 18 de abril

Palestra
Profa. Graça Setton – Escola Superior de Propaganda e Marketing
Dia 14 de abril – 14hs.
Título Palestra – A obra de Pierre Bourdieu

GPS – Encontros Grupo de Pesquisa Praticas de Socialização
Discussão sobre Capítulo da Tese de Lisandra Ogg Gomes
"A infância, um fenômeno social, e as crianças, nos processos sócio-culturais".
Dia 25 de abril, 14:30hs, FE-USP – sala 106.

Confira também
Cronograma de discussão dos Projetos do curso de Pós – Graduação – Projetos de pesquisa: leituras sobre o método e técnicas na sociologia da educação.
Primeiro semestre 2011

Confira também o novo número da Revista Luso-Brasileira de Sociologia da Educação.

Quadro Cronologia de vida, obra e contexto histórico de Norbert Elias

Disciplina Leituras de Norbert Elias - primeiro semestre 2011

Cronologia de vida, obra e contexto histórico de Norbert Elias.

Período:
Biografia de Norbert Elias:
Fatos históricos:
1897
 – infância.
– Norbert Elias nasce em Breslau, em 22 junho, na Alemanha.
– Filiação: Hermann Elias e Sophie Elias. Pai proprietário de um empreendimento têxtil; mãe, responsável pelas relações familiares e cuidados com o único filho.
– freqüenta o Liceu de Breslau, Alemanha.
– Julius Stenzel (1883-1935) – filósofo e filólogo – é professor no Liceu Breslau.
– Breslau – é fundada no século X, já pertenceu à Polônia (990-século XIV), à República Checa (Reino da Boêmia), à Áustria (1526-1741), à Prússia que fundou o Reino Alemão (1871) e desde 1945 é polaca.
1890 – fim do 1º Reich de Otto von Bismarck (primeiro ministro da Prússia) que unificou a Alemanha.
1895 – Émile Durkheim escreve “As regras do método sociológico”. Trabalho que define o fato social como objeto da sociologia.
1900 – Sigmund Freud publica “A interpretação dos sonhos”. Autor que influenciará a obra de Norbert Elias.
1905 – Max Weber torna-se diretor do “Arquivo de Ciências Sociais e Política Social” e, com Edgar Jaffé e Werner Sombart, pública a primeira parte “Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”, Alemanha.
- Albert Einstein publica a Teoria da Relatividade.
1914-1918 – 1ª Guerra Mundial.
1915
– 18 anos.
– enviado para a guerra, instalando-se primeiramente no fronte oriental.
– trabalha na unidade de transmissão, aprendendo técnicas de instalação e o código Morse.
– fica 6 meses na Rússia e depois é transferido para o fronte ocidental.
– tem suas primeiras experiências com a guerra: morte e derrota.
1915 – após um período na Alemanha, Georg Lukcás retorna para Budapeste e lidera um círculo de intelectuais. Karl Mannheim participa desse círculo.
1917 – Émile Durkheim morre em 15 de novembro, França.
1919 – assinado o Tratado de Versalhes.
– Benito Mussolini cria a “Fasci Italiani de Combattimenti”, organização que deu origem ao Partido Facista, Itália.
1918
– 21 anos.
– retorna da guerra e inscreve-se na faculdade de medicina e filosofia, Breslau, Alemanha.
– a faculdade de medicina significa tanto um desejo familiar quanto pessoal. A faculdade de filosofia é um desejo estimulado no Liceu decorrente de uma formação humanista.
– freqüenta dois semestres um em Heidelberg e outro, em Freiburg, Alemanha.
1918-1933 – fim da Monarquia e início da República Weimar, Alemanha.
1918 – morre Georg Simmel, França.
– criação do Partido Comunista, Alemanha.
1920 – morre Max Weber, Alemanha.
– formação do partido nacional-socialista, Alemanha.
1924
 – 27 anos.
– defende a tese de filosofia – “Idéia e indivíduo. Uma contribuição à filosofia da história”. Seu orientador é Richard Honigswald (1875- 1947) – filósofo.
– para sustentar-se trabalha em uma ferraria, fábrica de forno de fundição, Breslau, Alemanha.
1921 – Adolf Hitler torna-se chefe do partido nacional-socialista, Alemanha.
1922-1943 – Benito Mussolini torna-se primeiro-ministro da Itália, apoiando o Rei Vittorio Emanuele III. Facismo italiano.
1923/24 – é fundado o Instituto para Pesquisa Social (Escola de Frankfurt), Alemanha.
1925
– 28 anos.
– muda-se para Heidelberg com a intenção de  ingressar na carreira universitária, Alemanha.
– início da tese de habilitação sob a direção de Alfred Weber – privatdozent.
– Elias conhece nesse período:
– Karl Mannheim (1893-1947), já um privat-dozent, antigo aluno de Lukács.
– Karl Jaspers (1883-1969) – filósofo e psiquiatra, ele indica as leituras de Max Weber à Norbert Elias.
– Alfred Weber (1868-1958) – economista e sociólogo, irmão de Max Weber. Elias participa de seminários do teórico.
– Marianne Weber (1870-1954) – escritora e feminista; esposa de Max Weber. Organizava o círculo de intelectuais, em Heidelberg.
– Ferdinand Tönnies (1855-1936) – sociólogo e filósofo, co-fundador e presidente da Sociedade Alemã de Sociologia.
– Werner Sombart (1863-1941) – sociólogo, economista e professor em Breslau.
– Max Scheler (1874-1928) – filósofo alemão.
– Franz Oppenheimer (1864-1943) – médico, sociólogo e economista político. Primeiro a ocupar a cadeira de sociologia criada na Alemanha, em Frankfurt (1919-1929).
– Ernest Troeltsch (1865-1923) – escritor, teólogo, filósofo e historiador alemão.
– participa do círculo de Marianne Weber e apresenta um ensaio sobre a arquitetura gótica. Faz análise sobre a passagem do pensamento pré-científico (mitológico) para o científico, Heidelberg, Alemanha.
1925 – o departamento de Estética da Universidade de Frankfurt rejeita a tese de Walter Benjamin (“A origem do drama barroca alemão”), Alemanha.
– morre o presidente da Alemanha Friedrich Ebert, um dos líderes da República Weimar.
1929 – Grande depressão, EUA.
1934 – o marechal Paul von Hindenburg é eleito, através do voto direto, presidente da Alemanha de 1925 a 1934.
1930
– 33 anos.
– instala-se em Frankfurt, Alemanha, à convite de Karl Mannheim para ser seu assistente – privatdozent.
É igualmente convidado por Alfred Weber, para um cargo de assistente, porém é o 4º na lista espera.
– início da tese de habilitação “A sociedade da corte”; trabalho que seria publicado 39 anos depois, em 1969.

1933
– 36 anos.
– assiste ao discurso de Adolf Hitler, em um comício público, em Frankfurt, Alemanha.
– deixa a Alemanha, seguindo  primeiramente para a Suíça e depois para França.
– em Paris, França, abre uma pequena oficina de brinquedos. Nessa época escreve dois estudos; o primeiro sobre o estilo kitsh e, o segundo, sobre a expulsão dos huguenotes da França.
– ganha uma bolsa de estudos da fundação holandesa Steufonds.
– em Paris, seus amigos são a grande maioria estrangeiros, conhece:
– Max Wertheimer (1880-1943) – psiquiatra e psicólogo.
– Ludwig Turek (1898-1975) – escritor alemão.
– Klaus Mann (1906-1949) – filho de Thomas Mann e Kathia Mann, escritor alemão. Publica um ensaio de Elias quando dirigi a editora Querido.
– Alexandre Koyré (1882/1892-1964) – filósofo francês de origem russo-judaico. Ensinou na Escola de Altos Estudos, Paris.
1932 – ditadura de Antonio Salazar, Portugal.
– Alemanha é tomada por milícias e há o aumento da violência.
1933 – na Alemanha:
– o parlamento alemão é incendiado.
– saída de teóricos judeus em decorrência das perseguições.
– Adolf Hitler torna-se primeiro-ministro.
 – o presidente Paul von Hundenburg assina a “Lei de concessão de plenos poderes” o que privilegia Adolf Hitler.
– fechamento do “Instituto para Pesquisa Social” e sua transferência para Genebra.
– Alfred Weber é demitido da Universidade de Heidelberg.
– criação da Gestapo, na Alemanha.
– construção do campo de concentração Dachau, próximo a cidade de Munique.
– “Queima dos livros” pelos nazistas.
1933-1945 – 3º Reich, liderado por Adolf Hitler e o Partido nacional socialista
1935
– 38 anos.
– não consegue se estabelecer em Paris e a convite de dois amigos – um deles Alfred Glucksmann – vai para Inglaterra. Antes de estabelecer-se em Londres, volta para a Alemanha, última ida antes da guerra.
– com ajuda de um comitê de refugiados começa a escrever “O processo civilizador”. Desenvolve a pesquisa na Biblioteca Britânica, Londres, Inglaterra.
Na Inglaterra conhece:
– Charles Percy Snow (1905-1980)  – físico e escritor/romancista, contemplado com diversos cargos no governo do Reino Unido. Membro do Christ’s College (um dos 31 colégios que formam a Universidade de Cambridge, fundada em 1437).
–Morris Ginsberg (1889-1970) – sociólogo inglês, fundador da Associação Britânica de Sociologia, em 1951.
– Sigmund Heinrich Foulkes/Fuchs (1898-1976) - psicanalista alemão, trabalhou no Instituto de pesquisa de Frankfurt – proximidade com Anna Freud.
– Participa do Grupo da Clínica Tavistock – fundado em 1920, desenvolve tratamento para soldados atordoados pela 1ª Guerra.
– Wilfred Bion (1897-1979) – psicanalista britânico, pioneiro em dinâmica de grupo e tem proximidade com os estudos de Melanie Klein.
– Maxwell Jones (1907-1990) – psiquiatra sul-africano, radicado no Reino Unido, criador da comunidade terapêutica (discussões sociais, psicodramas, filmes educacionais).
– participação Group Analytic Society, fundado em 1952, por Sigmund Fuchs, Jane Abercrombie e Norbert Elias. O objetivo é estudar e fazer análises de grupos. (Participam do grupo membros da psicologia, sociologia, medicina, educação, antropologia, arquitetura…).
– Jane Abercrombie (????) - psicóloga britânica que contribuiu para a pesquisa e prática da educação.
1934 – morre Paul von Hundenburg, presidente da Alemanha, e Adolf Hitler toma o poder.
1934 – Adolf Hitler adota o título de “Führer” – o líder.
1935 – a Escola de Frankfurt é transferida para Nova Iorque, afiliada à Universidade de Columbia.
1935-1939 – Claude Lévi-Strauss leciona na Faculdade de Sociologia da USP.
1936 – Guerra civil espanhola, com a tomada do poder por Francisco Franco.
1937 – Pablo Picasso pinta “Guernica”, em referência a cidade bombardeada durante a Guerra Civil Espanhola pelas forças alemãs.
1937-1940 – Estado Novo de Getúlio Vargas, no Brasil.
1938
– 41 anos.
– os pais de Norbert Elias vão visitá-lo e, diante da guerra, ele não os convence a ficar em Londres, Inglaterra.
– publica o primeiro volume de “O processo civilizador”. O livro é publicado na Suíça, na Basiléia, e conta com a ajuda financeira de seu pai. O segundo volume do livro sai no ano seguinte, 1939. É publicado em Oxford, pela editora Blackwell.
– com a publicação do livro, ganha uma bolsa de pesquisador sênior na London School of Economics and Political Science, Londres, Inglaterra.
1938 – transmissão de Orson Welles a “Guerra dos Mundos”.
– a “Noite dos Cristais”, destruição de sinagogas, lojas, casas e agressões pessoais aos judeus, Alemanha.
1940
– 43 anos.
– sob acusação de estrangeiro opositor, é internado por 8 meses na ilha de Man, Reino Unido.
– Charles Snow e Morris Ginsberg conseguem tirá-lo da Ilha. Norbert Elias vai para Cambridge, mas não consegue estabelecer-se nesta academia.
– Barbara Wootton e Morris Ginsberg ajudam-no a retornar para a academia londrina. 
– em 1940 morre o Hermann Elias e no ano seguinte, 1941, morre Sophie Elias, em Auschwitz, Alemanha.
1939-1945 – 2ª Guerra Mundial.
1940 – aberto o campo de concentração de Auschwitz I, em 20 de maio, Alemanha.
– Charles Chaplin filma “O grande ditador”, EUA.
1943 – Jean-Paul Sartre publica “O ser e o nada”.
1944-1946 – o general Charles de Gaulle é nomeado chefe do governo provisório, na França.
1945 – fim da Era Vargas e Eurico Gaspar Dutra assume o poder, Brasil.
– início da Guerra Fria, EUA e URSS.
– início dos “Julgamentos de Nuremberg”.
– suicídio de Adolf Hitler, em 30 de abril.
– Benito Mussolini é fuzilado por guerrilheiros italianos, em 28 de abril.
– os americanos bombardeiam Hiroshima e Nagazaki.
1948 – criação do “Estado de Israel”.
– Apartheid, África.
Proclamação da República Popular da China, por Mao Tse-Tung.
1954
- 57 anos.
– é nomeado professor de sociologia na Universidade de Leicester, no Departamento de Sociologia. Fica 10 anos nesta Universidade, Inglaterra.
– trabalha com diversos pesquisadores nesta Universidade, entre eles Anthony Giddens.
1950 – os colaboradores da Escola de Frankfurt retornam para a Alemanha.
1955 – Jucelino Kubitschek é eleito presidente, Brasil.
1957 – lançado o Sputnik primeiro satélite artificial, Rússia.
1959 – Revolução Cubana.
1962
– 65 anos.
1964
– 67 anos.
1965
– 68 anos.
1969
– 72 anos.
- Professor convidado  na Universidade de Gana, África.
– participa de diversas conferências na Holanda e Alemanha.
– retorna para a Universidade de Leicester, Inglaterra.
– com John Scotson, publica “Estabelecidos e Outsiders” (Londres: Frank Cass). John Scotson foi aluno de pós-graduação de Norbert Elias e, posteriormente, professor na Universidade de Leicester, Inglaterra.
– “A sociedade da corte”. Originalmente publicado em língua alemã com o título: Die Höfische Gesellschaft (Neuwied: Luchterhand).
– professor convidado  da Universidade de Amsterdã, Holanda.
1960 – formação do Beatles, em Liverpool, Reino Unido.
– Brasília é inaugurada, Brasil.
1964 – Golpe militar, Brasil.
1967 – surge o movimento “Tropicália”, Brasil.
1969 – Festival de Woodstock, EUA.
– Neil Armstrong pisa na lua, EUA.
– Martin Luther King Jr. é assassinado, EUA.
1970
– 73 anos.
1975
– 78 anos
1977
– 80 anos.
1978
– 81 anos.
– edição de “Introdução à sociologia” (Munique: Juventa).
– passa a morar em Amsterdã, Holanda.
– recebe o prêmio Theodor W. Adorno pelo conjunto da obra, Universidade de Frankfurt, Alemanha.
– a Universidade de Bielefeld lhe confere o título de doutor Honoris Causa, Alemanha.
década de 70 – crise do petróleo.
1972 – Olimpíadas de Munique, “Massacre de Munique”, Alemanha
1975 – fim da Guerra do Vietnã.
1979 – eleição de Margaret Thatcher, Reino Unido.
1982
– 85 anos.
1983
 – 86 anos.
1984
 – 87 anos.
1985
– 88 anos.
1986
– 89 anos.
1987
- 90 anos.
1989
– 92 anos.
– publicado “A solidão dos moribundos” (Frankfurt: Suhrkamp).
– “Envolvimento e alienação” (Frankfurt: Suhrkamp).
– Fundação Norbert Elias em Amsterdã, criada por ele mesmo: http://www.norberteliasfundation.nl/index_ne.htm
– “Sobre o tempo” (Frankfurt: Suhrkamp).
– “A condição humana” (Frankfurt: Suhrkamp).
– em parceria com Eric Dunning, publicam “A busca da excitação. Esporte e lazer no processo de civilização” (Oxford/Nova Iorque: Blackwell).
– “A sociedade dos indivíduos” (Oxford: Blackwell). São três ensaios, sendo que o primeiro foi escrito 1939, o segundo em 1940 e 1950, e a reflexão final em 1987.
– publica seu primeiro livro de poemas.
– “Os alemães”, último livro a ser publicado antes de sua morte (Frankfurt: Blackwell).
– a “Década perdida”, América Latina.
1981 – descoberta da Aids, EUA.
– eleição de Ronald Reagan, EUA.
1982 – Guerra das Malvinas, Argentina.
1989 – Queda do Muro de Berlim, Alemanha.
1990
– 93 anos
– “Norbert Elias por ele mesmo” (Frankfurt: Blackwell).
– morre em Amsterdã, em 1º de agosto, aos 93 anos.
Morre Norbert Elias em 10 de agosto de 1990 – Reunificação da Alemanha.
Fontes: ELIAS, Norbert. Norbert Elias por ele mesmo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar  Ed., 2001.         Norbert Elias Foundation: http://www.norberteliasfoundation.nl/           SETTON, Maria da Graça J. Disicplina Leituras de Norbert Elias. São Paulo: Faculdade de Educação, USP, 2011.         LEDENT, David. Norbert Elias: vie, œuvres, concepts. Paris: Ellipses, 2009.         KRIEKEN, Robert van. Norbert Elias. London: Routledge, 2005.      WAIZBORT, Leopoldo (org.). Dossiê Norbert Elias. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.

Disciplina Pós-Gradução - Projetos de pesquisa: leituras sobre o método e técnicas na sociologia da educação.

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
1º SEMESTRE 2011 –

Disciplina Pós-Gradução - Projetos de pesquisa: leituras sobre o método e técnicas na sociologia da educação.

Responsável – Maria da Graça Jacintho Setton

1)15 de março
Apresentação do curso

2)22 de março
A predisposição ao trabalho intelectual
BRANDÃO, Zaia. Conversas com pós-graduandos. In: Pesquisa em educação - conversas com pós-graduandos. Rio de Janeiro: Loyola/PUC-RJ, 2002, p.15-26.
BRANDÃO, Zaia. Entre questionários e entrevistas. In: Pesquisa em educação - conversas com pós-graduandos. Rio de Janeiro: Loyola/PUC-RJ, 2002, p.27-46.

3)29 de março
O fazer sociológico
(distribuição de leituras pelos alunos)
ELIAS, Norbert. Introdução à sociologia. Lisboa: Ed.70, 1999, p.13-34. (Introdução)
MILLS, Charles Wright. A imaginação sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1965, p.9-32. (Capítulo 1-A Promessa)
NISBET, Robert. A sociologia como uma forma de arte. In Revista Plural, USP, São Paulo, 2000, 7, pp. 111-130.

Leitura Complementar:
BERGER, Peter L. Perspectivas sociológicas: uma visão humanística. Petrópolis: Vozes, 1986.
BOURDIEU, Pierre. Uma ciência que perturba. Entrevista a Pierre Thuillier. In: _________. Questões de sociologia. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1980, p.16-20.

4)05 de abril
Por uma sociologia reflexiva
BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Ed. Difel, 1989. Lisboa. (Introdução a uma sociologia reflexiva, pp.17-58)

Leitura Complementar:
O campo e os sujeitos da pesquisa
BOURDIEU, Pierre. Miséria do Mundo. Ed.Vozes.(Compreender. Pp. 693-732)

Apresentação projetos alunos
5)Dia 12 de abril

19 de abril - Semana Santa não haverá aula

6) Dia 26 de abril
Sandra e Ana Paula (eixo escola)
7) Dia 03 de maio
Tiago e Diana (aspectos difusos da cultura)

Leia o projeto "Como a relação entre professor e aluno, no ensino fundamental 1, influencia no sucesso ou fracasso escolar", de Diana Tatit

Leia o projeto "Mitocrítica do discurso: (o) caso da Tom Jobim", de Tiago Lazzarin Ferreira.


8) Dia 10 de maio

9) Dia 17 de maio

10) Dia 24 de maio

11) Dia 31 de maio

12) Dia 07 de junho
Emerson e Renata

Leia o projeto "A constituição do campo da pedagogia social no Brasil", de Emerson Zoppei

Leia o projeto "O papel da educação na efetivação de práticas responsáveis de consumo", de Renata Pistelli

13) Dia 21 de junho
Avaliação – Participação em aulas, seminários e reelaboração dos projetos de pesquisa.
Entrega Projeto Reelaborado – 30 de julho de 2011.

Filmografia para a disciplina Leituras de Norbert Elias - primeiro semestre 2011

1-    Fita Branca – diretor Michael Haneke – 2009 – Áustria.

2-    Senhor das moscas – Direção Harry Hook -1990 – Inglaterra
Filme inspirado no livro ” O senhor das moscas”, autor, William Golding, prémio Nobel da literatura.

3-    Um dia sem mexicanos- Sergio Arau – 2004 – Espanha - EUA

4-    Ligações perigosas – Stephen Frears – 1988 - EUA

5-    Match Point – Wood Allen – 2005 – EUA

6-    Babel – Alejando Inarritu, 2006, EUA- México.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Agenda da semana

Confira as atividades do GPS nesta semana.

Terça-feira, dia 29, às 18h30
Lançamento do livro "Do outro lado do muro", de Fernanda Campagnucci
Livraria da Vila - Fradique Coutinho, 915 - Pinheiros (SP)
Mais: http://outroladodomuro.com.br/

Quinta-feira, dia 30, às 10h
Exame de qualificação de Michelle Prazeres
Faculdade de Educação da USP - - sala 107 do bloco A
Título: Mídia e tecnologias na educação paulista: um estudo sobre a moderna socialização escolar

Até dia 11 de abril
Prazo para envio de trabalhos para a 34a Reunião Anual da Anped
Mais: http://www.anped.org.br/noticias/ler/inscricoes-de-trabalhos-para-a-34a-reuniao-anual-da-anped

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Disciplina Optativa – Leituras de Norbert Elias

Confira o programa da Disciplina a ser oferecida no primeiro semestre de 2011.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO




1º SEMESTRE 2011 Disciplina Optativa – Leituras de Norbert Elias

RESPONSÁVEL - PROFA. DRA. MARIA DA GRAÇA J. SETTON


1) Dia 21 e 23 de fevereiro
Apresentação curso

2)Dia 28 de fevereiro e 02 de março
Norbert Elias por ele mesmo. Rio de Janeiro. Ed. Zahar. Pag. 7 a 90.

Dia 07 e 08 de março Carnaval

3)Dia 14 e 16 de março
Norbert Elias por ele mesmo. Rio de Janeiro. Ed. Zahar. Pag. 91 a 164

Bibliografia Complementar
A sociologia de Norbert Elias – Nathalie Heinich. Coleção Memórias do Mundo. Atividades Editoriais. Lisboa, 2001.
Norbert Elias vie,oeuvres, concepts – David Ledent. Les grands théoriciens, Paris, Ed.Ellipses, 2009.

4)Dia 21 e 23 de março
Introdução. In Introdução à Sociologia. Edições 70, Lisboa. Pag. 13 a 34

5)Dia 28 e 30 de março
Modelos de Jogos. In Introdução à Sociologia. Edições 70, Lisboa. Pag. 77 a 91

6) Dia 04 e 06 de abril
Modelos de Jogos. In Introdução à Sociologia. Edições 70, Lisboa. Pag. 91 a 112.


Bibliografia Complementar
Características universais da sociedade humana. In Introdução à Sociologia. Edições 70, Lisboa. Pag.113 a 146.
Conceitos Sociológicos Fundamentais – in Escritos e Ensaios – Estado, Processo, Opinião Pública. Pag. 21 a 36.(org. Neiburg, Federico & Waizbort, Leopoldo, Ed. Zahar.

7)Dia 11 a 13 de abril
A sociedade dos indivíduos (1939). In A sociedade dos indivíduos – 13 a 36

Dia 18 a 23 de abril – Semana Santa

8)Dia 25 a 27 de abril
A sociedade dos indivíduos (1939). In A sociedade dos indivíduos– Pag. 37 a 59




Bibliografia Complementar
A individualização do processo social. In A sociedade dos indivíduos. Pag. 102 a 125.

9)Dia 02 a 04 de maio
Da Sociogênese dos Conceitos de Civilização e Cultura. In O Processo Civilizador. Pag. 21 a 50.

10)Dia 09 a 11 de maio
O Processo Civilizador .Vol. 1– A civilização como transformação do comportamento humano. Pag.65 a 124


11)Dia 16 a 18 de maio
O Processo Civilizador. Vol. 1 – A civilização como transformação do comportamento humano. Pag.124 a 169

Veja aqui uma compilação de imagens que ilustram as situações descritas em O Processo Civilizador.


12)Dia 23 a 25 de maio
O Processo Civilizador. Vol. 1– A civilização como transformação do comportamento humano. Pag. 169 a 213

Bibliografia Complementar
Prefácio - O Processo Civilizador. Vol. 1 e Vol. 2
Apresentação Renato Janine Ribeiro. O Processo Civilizador. Vol. 1 e Vol.2
Apresentação Roger Chartier. A sociedade de Corte – Investigação sobre a sociologia da realeza e da aristocracia de corte.
Apêndice - O Processo Civilizador. Vol. 1 Introdução à Edição de 1968.pp. 214-251.

**********************************************************************************
Leia aqui o texto da professora Maria da Graça Jacintho Setton com a aula proferida no dia 23 de maio de 2011. O tema é o encerramento da leitura do livro O Processo Civilizador - uma história dos costumes Rio de janeiro, Ed. Zahar, 1990 (arquivo em PDF)
**********************************************************************************

13) Dia 30 de maio e 01 de junho
Avaliação Individual – Entrega Digressão A Solidão dos Moribundos. Norbert Elias. Rio de Janeiro. Ed. Zahar.

14)Dia 06 e 08 de junho
Parte II – Sugestões para uma Teoria de Processos Civilizadores. In O Processo Civilizador. Vol II – Pag. 193 a 224

15) Dia 13 a 15 de junho
Parte II – Sugestões para uma Teoria de Processos Civilizadores. In O Processo Civilizador. Vol II – Pag. 225 a 263

16)Dia 20 a 22 de junho
Parte II – Sugestões para uma Teoria de Processos Civilizadores. In O Processo Civilizador. Vol II – Pag. 263 a 274

Bibliografia Complementar
Para a fundamentação de uma teoria dos processos sociais. In Escritos e Ensaios – Estado, Processo, Opinião Pública. Pag. 197 a 231.(org. Neiburg, Federico & Waizbort, Leopoldo, Ed. Zahar.

17)Dia 27 a 29 de junho.
Entrega trabalho Final – Fichamento. O Processo Civilizador – Vol.1. Uma história dos costumes.

27 de junho - Seminário de encerramento

Confira o texto da Profa. Graça Setton na apresentação das palestras:

Norbert Elias e Sigmund Freud - Prof. Paulo Endo - IP-USP
Norbert Elias e Georg Simmel - Prof. Arthur Bueno - Escola de Sociologia e Política.

Encontros do GPS - Primeiro semestre de 2011

Os encontros são realizados sempre às segundas-feiras, das 14h30 às 17h na Faculdade de Educação da USP.

21 de Março
Discussão do relatório de Qualificação de Michelle Prazeres
"Mídias e Tecnologias na Educação Paulista: um estudo sobre a moderna socialização escolar"

25 de abril
Discussão sobre Capítulo da Tese de Lisandra Ogg Gomes
"A infância, um fenômeno social, e as crianças, nos processos sócio-culturais"

30 de maio
Discussão do Projeto de Elias Gomes
“No futebol: as práticas brasileiras de socialização dos gostos afetivo-sexuais”
e/ou
Discussão do Projeto de Fernanda Campagnucci
"O silêncio do professorado: a ausência dos professores no debate público sobre educação"

27 de Junho
Discussão do Projeto de Ana Sefton
"A literatura infantojuvenil e as práticas para a diversidade de gênero e sexualidade na educação: um estudo sobre as estratégias de produção, transmissão e legitimação de disposições culturais"

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Reatualização Cronograma de Leituras - Disciplina : Leituras de Pierre Bourdieu - 2010

Dia 04 e 06 de outubro
Espaço social e gênese de classe ? Pierre Bourdieu. In O poder simbólico. Lisboa, Brasil / Portugal. Ed. Difel/Bertrand. 1989. P.133-161.{s/d}

Dia 13 de outubro (só a turma da quarta tarde)
Espaço Social e Poder Simbólico - Pierre Bourdieu. In Coisas Ditas. São Paulo. Ed. Brasiliense, 1990

Dia 18 e 20 de outubro
Segunda avaliação ? Análise do filme Pro dia nascer feliz segundo as leituras e discussões realizadas  no decorrer das aulas.

Dia 25 e 27 de outubro
Da regra às estratégias - Pierre Bourdieu. In Coisas Ditas. São Paulo. Ed. Brasiliense, 1990
A codificação - Pierre Bourdieu. In Coisas Ditas. São Paulo. Ed. Brasiliense, 1990

Dia 08 e 10 de novembro
Esboço de uma teoria da prática - Pierre Bourdieu. In Pierre Bourdieu. Coleção Grandes Cientistas Sociais. (org. Renato Ortiz). São Paulo, Ed. Ática, 1983

Dia 15 e 17 de novembro
Setton, Maria da Graça J. A teoria do habitus em Pierre Bourdieu. In Revista Brasileira de Educação. Rio de Janeiro, ANPED, n/20, maio/agosto, 2002, p. 60-70.

Dia 22 3 24 de novembro
Atendimento aos alunos ? Entrega final dos fichamentos.

Dia 29 de novembro a 01 de dezembro
Entrega avaliação final. Análise de um romance a escolha do aluno segundo as leituras e discussões realizadas no decorrer do curso.

Dia 15 de dezembro
Entrega avaliação sistema Jupiter

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Questão da prova da disciplina "Leituras de Pierre Bourdieu"

Após assistir ao filme Match Point, de Woody Allen, fazer uma análise do mesmo a partir do corpo conceitual de Pierre Bourdieu discutidas até dia 01 de setembro.

A avaliação será feita / entregue no dia 13 de setembro no horário da aula.