terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Tutorial FICHAMENTO

Nome:
Número USP:
Data:
Disciplina:

Nome do texto:
Referência bibliográfica completa

Título (opcional)
No primeiro parágrafo de seu fichamento, você deve contextualizar o texto fichado. Dizendo quem é seu autor, em quais condições históricas e sociais ele foi escrito e qual é seu propósito.
Nos parágrafos seguintes, que formam o corpo do texto, as ideias principais ou conceitos presentes no texto fichado devem ser explicadas. Sugere-se que para cada ideia principal/conceito apresente-se um parágrafo, conquanto é preciso que haja um encadeamento dessas ideias.
Para essa parte do fichamento, há duas tarefas, a primeira delas é identificar e, a segunda, explicar uma ideia principal ou um conceito. Se houver dúvidas com relação a identificação da(s) noção(ões) é mais importante no texto, faça uma lista e reflita sobre qual relevância o autor dá a cada uma delas. Para que seu texto não fique muito extenso, você pode selecionar quais pontos gostaria de abordar. Uma outra opção é acompanhar a aula referente ao texto, certamente, as ideias principais serão abordadas. Se sua dificuldade está na explicação de um conceito ou ideia principal, peça explicação em sala de aula. Isso contará pontos para a avaliação presencial!
Para concluir: faça articulações e reflexões (1) com o propósito do curso (Como esse texto pode me ajudar a atingir o objetivo deste curso? Por que me foi sugerido que eu lesse este texto?), (2) com aquilo que foi discutido em sala de aula e (3) com outras representações próprias (outros textos, livros, filmes, experiências).

DICAS:
·         A articulação de ideias e a forma como você constrói seu pensamento estará sendo avaliada. Dessa forma, não utilize itens.
·         Sempre que possível, utilize as suas palavras. Evite citações.
·         Os fichamentos não podem ser refeitos.
·         Quando seu texto estiver pronto, leia novamente o que você escreveu.
·         Seja conciso, duas páginas é o suficiente.
·         Os fichamentos serão avaliados a partir de três conceitos: A (ótimo), B (bom) e C (reprovado).
·         Para obter conceito A: estilo formal de escrita (o que inclui coerência e coesão), a identificação dos conceitos/principais ideias e a compreensão correta dos conceitos/principais ideias
·         Fichamentos entregues fora do prazo acarretarão em penalidade na média final d@ alun@.
·         Para evitar desperdícios imprima frente/verso e utilize apenas um cabeçalho no início do texto. Não há necessidade de uma capa/pasta.

Roteiro de Leitura
Para garantir a compreensão dos textos indicados, todos eles deverão passar por uma leitura cuidadosa. Assim, seria importante que @ alun@ seguisse estas sugestões.
1 – Leia todo o texto grifando as frases que considera essenciais
2 – Dê um nome a cada um dos parágrafos a fim de que eles expressem a ideia principal ali anunciada
3 – Faça um fichamento contendo
a)      os objetivos do texto
b)     o argumento do autor e
c)      a sua conclusão


OBS: No início, os fichamentos serão longos, mas com a prática eles irão ficar mais precisos.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

REDISCO

O GPS está com uma parceria nova!!!

Com o título RELIGIÃO, DISCRIMINAÇÃO E RACISMO NO MEIO ESCOLAR, a pesquisa é dirigida por Françoise Lantheaume da Univeristé Lumière Lyon2 (França) e inclui pesquisadores das seguintes instituições:
  • Institut de Recherche sur le Monde Arabe et Musulman (França)
  • Universidade Federal de Pernambuco (Brasil)
  • Haute École Pédagogique de Lausanne (Suiça)
  • Université du Quebec à Trois Rivières (Canada)
  • Centre de Philosophie Contemporaine de la Sorbonne (França)
  • Université Laval (Canada)
  • Université de Sherbrooke (Canada)
  • E claro, o GPS da Universidade de São Paulo (Brasil)
O projeto de pesquisa se desenvolve em torno do seguinte questionamento: Quais são os recursos, as lógicas e referenciais de justiça utilizados por educadores para interpretar expressões religiosas, manifestações de discriminação e de racismo na escola?


Para conhecer mais sobre essa mega pesquisa, acesse: http://redisco.hypotheses.org/
REDISCO : REligions, DIScriminations et racisme en milieu SCOlaire


Nesse site você encontrará atualizações da pesquisa, o nome completo dos pesquisadores participantes e suas instituições, referências bibliográficas sobre o tema, relatórios sobre os encontros dos pesquisadores e a agenda de eventos.

Visite o site e deixe-nos um comentário!

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Produção Profa. Graça Setton

Bibliografia relacionada à Socialização


Religião e educação: um desafio para o trabalho docente – entrevista com Françoise Lantheaume
http://praticasdesocializacao.blogspot.com/2018/09/nova-publicacao-gps.html

SETTON, Maria da Graça; OLIVEIRA, M. M. . Os mueses como espaços educativos. EDUCAÇÃO EM REVISTA (UFMG. IMPRESSO), v. 33, p. 1, 2017.


SETTON, M. G. J.. A escolha e o reconhecimento pela educação: o caso de Antônio. Educação e Pesquisa (USP. Impresso), v. 1, p. 15-30, 2016.


SETTON, Maria da Graça. Socialização e Individuação: a busca pelo reconhecimento e a escolha pela educação. 1. ed. São Paulo: Annablume, 2016. v. 1. 198p .



SETTON, M. G. J. Juventude na Amazônia: experiências e instituições formadoras. 1. Ed. Curitiba, PR: CRV. 2015. 200p.

SETTON, M. G. J. . Socialização e Cultura: ensaios teóricos. 1. ed. São Paulo: Annablume, 2012. v. 1. 201p .

SETTON, M. G. J. . Rotary Club: habitus, estilo de vida e sociabilidade. 1. ed. São Paulo: AnnaBlume, 2004. v. 1. 212p









Bibliografia relacionada à Mídia
SETTON, M. G. J.; GOMES, E. E. . Marketing e educação política: um estudo sobre agentes, estratégias e interpretações da cultura.. Educacao e Realidade, v. 1, p. 1, 2016.

SETTON, M. G. J. . Mídia e Educação. 1. ed. São Paulo: Contexto, 2010. v. 1. 126p







Bibliografia relacionada à Religião




Bibliografia relacionada à Escola





Discussões teóricas





Clique nas capas e contra-capas para ampliar.






















Para o bem ou para o mal, as mídias estão presentes em nossas vidas de forma cada vez mais precoce e cada vez mais forte. Com os avanços da tecnologia e das técnicas de comunicação, com a sofisticação da publicidade e de um estilo de vida em que o consumo tem um papel preponderante, os meios de comunicação de massa assumem expressiva importância. 
É preciso, pois, estarmos preparados para a compreensão e análise desse fenômeno que diz respeito a todos nós. É momento de refletir sobre o papel pedagógico e muitas vezes ideológico das mídias. 
Este livro convida o leitor a essa reflexão, a ver as mídias como espaços educativos, responsáveis pela produção de uma série de informações e valores que ajudam os indivíduos a organizarem suas vidas e suas ideias. 
Para aqueles que têm familiaridade com as mídias, esta obra estimula o debate; para os novatos, é um convite a fazer uma imersão nesse amplo, diverso e instigante campo de investigação. Assim, a obra é fortemente recomendada para estudantes e professores nas áreas de educação e comunicação.

Editora: Contexto
ISBN-10: 8572444823
ISBN-13:
Formato: Médio
Acabamento: Brochura
Idioma: Português
Origem: Nacional
Edição: 1
Número de páginas: 128
Lançamento: 16/8/2010

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Agenda do semestre

Acompanhe aqui os encontros do GPS agendados para o período de agosto a novembro.

Dia 11 de agosto
LEITURA: Artigo Rodrigo (já enviado) e Elias (texto a enviar)
DEBATEDORES - Texto Rodrigo - Elias e Paula Reis / Texto- Elias - Gabriela e Rodrigo

Dia 25 de agosto
LEITURA: Artigo Paula (à enviar) e Adriane (à enviar)
DEBATEDORES - Paula Reis / Elias, Graça e Matheus - Texto Adriane - Elias e Gabriela

Dia 08 de setembro
LEITURA - Pierre Bourdieu - Meditações Pascalianas
Introdução - Graça e Marcia
Capitulo Um - Critica da Razão Escolástica - Michelle e Paula como debatedoras

Dia 22 de setembro
LEITURA - Capitulo Dois - As três formas do erro escolástico - Fernanda como debatedora

Dia 06 de outubro
LEITURA - Pierre Bourdieu - Meditações Pascalianas
Capitulo Três - Os fundamentos históricos da razão - Adriane como Debatedora

Dia 20 de outubro
LEITURA - Pierre Bourdieu - Meditações Pascalianas
Capitulo Quatro - O conhecimento pelo corpo - Elias e Paula como debatedoras

Dia 03 de novembro
LEITURA - Pierre Bourdieu - Meditações Pascalianas
Capitulo Cinco - Violência Simbólica e Lutas Políticas - Rodrigo como Debatedor

Dia 17 de novembro
LEITURA - Pierre Bourdieu - Meditações Pascalianas
Capitulo Seis - O ser social, o tempo e o sentido da existência - Graça e Matheus como debatedores

quinta-feira, 10 de julho de 2014

GPS participa do IV Colóquio Luso-Brasileiro de Sociologia da Educação

O Grupo de Pesquisa Práticas de Socialização (GPS-FEUSP) marcou presença na 4ª edição do Colóquio Luso-Brasileiro de Sociologia da Educação. O evento foi realizado na Universidade do Porto, em Portugal, entre os dias 19 e 21 de junho de 2014. O tema escolhido foi “Entre Crise e Euforia: Práticas e Políticas Educativas no Brasil e em Portugal”. Pesquisadores dos dois países apresentaram pesquisas e debateram diversas nuances do tema ao longo de um programa de 8 palestras e mesas de debate e 13 sessões de trabalho.

A coordenadora do GPS, profa. Dra. Maria da Graça Jacintho Setton, teve presença ativa durante todo o Colóquio. Participando intensamente da organização do evento, moderou a mesa-redonda “Religião e Educação”; realizou a apresentação “Socialização e Individuação: a Busca pelo Reconhecimento e a Escolha pela Educação” na mesa “Escolhas Escolares e Estratégias de Distinção”; e mediou a sessão de trabalho “Lógicas de Justiça, Equidade e Excelência Escolar”. Além disso, foi uma das três representantes da Comissão Organizadora Brasileira, juntamente com a profa. Dra. Marília Pinto de Carvalho (FE-USP) e o doutorando Elias Gomes. Este último, também pesquisador do Grupo de Pesquisa Práticas de Socialização, mediou a sessão “Processos de Transição e Reconfiguração Profissional”.

Equipe do GPS - USP (Elias Gomes, Ana Paula Sefton, Maria da Graça J. Setton, Adriane Knoblauch, Rodrigo Ratier)
Apresentação de Ana Paula Sefton
Apresentação de Maria da Graça J. Setton

Além da coordenadora Graça Setton, quatro pesquisadores do GPS apresentaram trabalhos sobre suas pesquisas no evento:

Adriane Knoblauch (pós-doutorado em andamento): “Relação entre Religião, Gosto por Criança e Mudança Social: a Escolha por Pedagogia”, na sessão “Ser professor em Portugal e no Brasil”.

Ana Paula Sefton (doutorado): “Prática Docente e Socialização Escolar para as Diferenças: um Estudo sobre as Estratégias de Transformação da Ordem de Gênero e Sexualidade”, na sessão “Desigualdades na Escola”.

Elias Gomes (doutorado em andamento): “A Gente Reconhece, o Povo não Esquece: a Memória nas Estratégias de Socialização Nacional no Brasil”, na sessão “Lógicas de Justiça, Equidade e Excelência Escolar”.

Rodrigo Ratier (doutorado em andamento): “Entre o Mercado e o Estado de Bem-estar Social: Opiniões de Jornalistas sobre Controvérsias em Educação”, na sessão “Lógicas de Justiça, Equidade e Excelência Escolar”.

No encerramento do evento, ficou decidido que o V Colóquio Luso-Brasileiro de Sociologia da Educação será realizado na Universidade de São Paulo, em 2016. A comissão de organização será formada pela profa. Dra. Graça Setton, o prof. Dr. Paulo Carrano (UFF) e um terceiro integrante a decidir.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Pesquisa de Ana Sefton, do GPS, é destaque na mídia

A Tese de Doutorado "Prática Docente e Processo Educativo: disposições culturais de gênero e de sexualidade frente ao processo socializador para a diversidade", de Ana Sefton, pesquisadora integrante do GPS, foi destaque na Agência USP de notícias.

A matéria conta que a investigação se debruça em uma "proposta de prática docente e escolar que acolhe as diferenças de gênero e de sexualidade". registra ainda que "a partir da análise do contexto de uma escola de ensino fundamental particular em Porto Alegre (Rio Grande do Sul), o trabalho identificou condições que pudessem gerar a transformação das disposições culturais de gênero e sexualidade por meio das relações sociais entre professores, gestores, alunos e familiares".

O estudo procurou mostrar como a prática docente, interpelada por um ambiente escolar favorável, embora imersa em uma sociedade sexista, tem condições de levar uma socialização para o convívio das diferenças.

Confira a íntegra da notícia aqui.


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Pesquisa do GPS é destaque na Agência USP e na UnivespTV

O estudo desenvolvido pela pesquisadora Michelle Prazeres, do GPS, foi destaque no portal de notícias da Universidade de São Paulo e na UnivespTV.

Veja a notícia da Agência USP abaixo e a original aqui: http://www.usp.br/agen/?p=151328

A entrevista ao programa Fala, Doutor, da UnivespTV está disponível aqui.

As representações simbólicas sobre o uso de Tecnologia da Informação (TI) na educação são marcadas pela positividade e pela existência de um consenso em torno das novas tecnologias como a solução para problemas históricos do sistema educacional.  Esta é uma das conclusões de um estudo que vem sendo realizado na Faculdade de Educação (FE) da USP pela jornalista Michelle Prazeres, que analisou textos produzidos pelo governo, pela mídia, por uma empresa de tecnologia e artigos acadêmicos. O trabalho verificou que há pouco espaço para críticas ao processo de modernização da educação e um predomínio da mitificação da tecnologia.
Orquestração simbólica leva a consenso pelo uso da tecnologia na educação
O objetivo principal da pesquisa é mapear as relações entre agentes, instituições e valores no processo de construção de políticas públicas visando a modernização da educação via TI no Estado de São Paulo. “Procurei verificar como se dá esse processo por meio da dinâmica de construção de uma zona de convergência, uma ambiência favorável à modernização, para onde convergem interesses dos diversos campos envolvidos”, diz. Foram analisados documentos do site da Secretária de Estado da Educação de São Paulo, o noticiário publicado nos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, artigos acadêmicos sobre educação e comunicação e relatórios de responsabilidade social da empresa Microsoft, que desenvolve projetos em parceria com a Secretaria da Educação realizados nas escolas.
Segundo Michelle, a análise do material escrito revelou semelhanças no repertório simbólico sobre a modernização, seja no governo, na mídia, na universidade ou na empresa. “Aparentemente, o tema está em debate mas, na verdade, existe um grande consenso de que a escola precisa se modernizar, que está atrasada e precisa acompanhar o ritmo de renovação das tecnologias”, afirma. “Isso pode ser constatado por meio das três categorias de análise da pesquisa: impacto das tecnologias na educação, tendências e lingugagens”, dsescreve. Os documentos, segundo a jornalista, revelam uma crença em que a tecnologia vai revoluionar a educação; promover uma renovação nas práticas educativas; e a educação deve acompanhar a afeição dos jovens com estas ferramentas.
No que diz respeito ao impacto, os textos apresentam as tecnologias como algo revolucionário para a educação, capaz de modificar o jeito com que os professores dão aulas. “Com o apelo da renovação, elas seriam capazes de seduzir os alunos que estão desinteressados pela escola tradicional”, relata Michelle. “A parte de tendências diz respeito à renovação das práticas de ensino, enfatizando a necessidade dos professores absorverem as novas tecnologias”.
Orquestração Simbólica
Quanto a linguagem, a ênfase recai sobre a habilidade com os jovens na utilização da tecnologia, em contraponto com a apatia e até mesmo a rejeição dos professores, que representariam valores tradicionais e ofereceriam resistência à mudanças. “Existem algumas diferenças entre a abordagem adotada pelas diversas instituições e agentes. No caso da academia, por exemplo, as análises são mais aprofundadas e existe alguma crítica; a mídia enfoca muito a questão das ferramentas tecnológicas”, observa. “Entretanto, o conjunto dos repertórios analisados gera uma ambiência favorável a modernização, construindo a partir de uma orquestração simbólica um consenso em torno da necessidade da tecnologia na educação”.
A pesquisa também investigou as motivações que levam os diferentes agentes a defenderem a modernização. “Antes de mais nada, há em todas as áreas um interesse comum na interface entre educação e tecnologias, declarado ou não”, ressalta Michelle. “Especificamente, o Estado tem interesse em propagandear ações de implantação de equipamentos nas escolas. As empresas buscam formar público consumidor para seus produtos tecnológicos. As empresas de mídia possuem projetos educacionais e mesmo a universidade busca se inserir em projetos educacionais”.
A pesquisadora destaca que embora haja um consenso em se chamar a modernização da educação de “revolução”, ela pode ser vista mais como um movimento reformista. “Tenho a impressão de que a mudança vem sendo implantada não como parte de uma política pública, mas na forma de uma imposição a toque de caixa da evolução tecnológica”, acredita. “Todo o repertório sobre o processo é cercado de positividade, e as críticas só aparecem em poucos estudos acadêmicos. A tecnologia é mitificada como se fosse a salvação do sistema educacional, aparentemente deixando de lado discussões históricas como acesso, qualidade de ensino e evasão escolar”.
Michelle pretende continuar as pesquisas comparando a representação simbólica das tecnologias com a realidade das escolas. “A ideia é verificar se tudo o que é dito vem sendo aplicado. Embora haja um grande consenso já consolidado, sabe-se que enquanto algumas escolas passaram por uma transformação do contexto escolar, em outras o equipamento permanece às vezes trancado, sem uso, com dificuldades para sua utilização”. A pesquisa foi orientada pela professora Maria da Graça Jacintho Setton, da FE, e faz parte de tese de doutorado que será defendida em 16 de setembro.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Agenda agosto/ setembro 2013

Confira os encontros e realizações do GPS para o período.

Dia 05 de agosto
Discussão
Tese Doutorado Michelle Prazeres
Título: A moderna socialização escolar: Um estudo sobre a construção da crença nas tecnologias digitais e seus efeitos para o campo da educação

Dia 21 de agosto
Título: Sociologia do indivíduo e estrutura social.
Faculdade de Educação USP – 14hs

Dia 3 de setembro, às 17h30 na sala 59 da FEUSP 
Discussão
Tese de Doutorado Ana Sefton
Título: A prática docente: um estudo sobre estratégias de transformação das disposições culturais de gênero e sexualidade.

Dia 11 de setembro
Palestra Profa. Maria da Graça Setton
Faculdade de Saúde Pública - USP
Título: A teoria da ação de Pierre Bourdieu

Dia 16 de setembro
Defesa Tese Doutorado Michelle Prazeres
Título: A moderna socialização escolar: Um estudo sobre a construção da crença nas tecnologias digitais e seus efeitos para o campo da educação

Dia 30 de setembro a 02 de outubro
Anped – Goiás

Dia 15 de outubro
Discussão
Relatório Qualificação Rodrigo Ratier
Título: 

Danilo Martuccelli: Sociologia do indivíduo e estrutura social

Em encontro na Faculdade de Educação da USP, o sociólogo peruano Danilo Martuccelli, Professor de Sociologia da Universidade Paris-Descarte (Sorbonne, Paris)  falou sobre as especificidades do processo de individuação na América Latina.

Martuccelli afirma que, na América Latina, o que sustenta os indivíduos não são as instituições, mas os laços sociais e as habilidades pessoais. "Cada indivíduo é um super-ator relacional", diz.

Na região, os indivíduos - ao contrário do que acontece com os países do Norte - não são construídos nas instituições, mas sim nas práticas sociais e sustentados na vida social. "na América Latina, os indivíduos estão sempre resolvendo situações, que as instituições não dão conta de solucionar", afirma.

A professora Maria da Graça Setton, coordenadora do GPS, lembrou que a obra de Martuccelli (leia mais aqui) oferece à sociologia uma contribuição significativa ao promover uma inflexão de pensar o indivíduo em um campo dedicado ás estruturas e aos grupos sociais. "Além disso, promove um encaixe desta leitura na nossa realidade latinoamericana e faz uma sociologia histórica", lembrou Setton.

Após a palestra de Martuccelli, os alunos e professores que estavam na platéia tiveram a oportunidade de fazer algumas perguntas ao sociólogo.

Confira algumas imagens do encontro.